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Pressionado por Mourão, Bolsonaro não deve mais transferir embaixada em Israel

  • Foto do escritor: Jornal A Pátria
    Jornal A Pátria
  • 2 de dez. de 2018
  • 1 min de leitura

Atualizado: 29 de mai. de 2022

O general e vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, disse que a mudança da embaixada pode transferir o terrorismo para o Brasil.

De acordo com um interlocutor frequente, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, deve acatar orientação da ala militar do seu governo e voltar atrás com relação à mudança da embaixada do Brasil em Israel, de Tel-Aviv para Jerusalém.


O anúncio não deve ser público, mas a opção, até segunda ordem, é deixar o assunto em banho-maria, sem anunciar data para que a transferência ocorra.


O general e vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, disse à Folha que a mudança da embaixada pode transferir o terrorismo para o Brasil.


Bolsonaro sabe que “há implicações geopolíticas importantes” e que mudar a embaixada “é um passo arriscado”. Por conta disto, ele está sendo aconselhado a implantar qualquer decisão “de forma paulatina”, disse a fonte do futuro governo.


A abertura de um escritório de negócios em Jerusalém, por exemplo, poderia ser uma alternativa à mudança pura e simples do endereço da representação diplomática.


Um dos temas da conversa que Bolsonaro teve com o embaixador de Israel, Yossi Shelley, foi justamente a abertura de um escritório da República Tcheca em Jerusalém. O assunto foi puxado pelo diplomata.


Com informações da coluna de Mônica Bergamo, R. Fórum

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